Dentre cinco trechos dados, escolhi esse para dar início à minha história:
"Ela se senta à longa mesa de jantar, tão polida que brilha como água e coberta de travessas, xícaras invertidas e uma pequena guirlanda de ramos de pinheiro trançados. Seu marido pega uma cadeira, mas não em seu lugar habitual na outra ponta, e sim ao lado dela, tão perto que poderia apoiar a cabeça em seu ombro se quisesse; ele desdobra o guardanapo, endireita uma faca, aproxima uma vela e, de repente, com uma clareza peculiar, como se vidros coloridos fossem colocados diante de seus olhos, ou talvez removidos, ocorre a ela que ele pretende matá-la... "
...de vergonha, deixá-la embaraçada diante dos convidados..Cláudio era sabedor do quanto Evita era tímida, acanhada...
Nunca havia recebido aquelas pessoas que eram o chefe da empresa dele, sua esposa e demais amigos de trabalho.
Ela queria fazer o seu melhor, mas nunca seria capaz de fazer discursos tolos que à lugar nenhum levariam.
Mas o marido, a cada fala ,sempre segurando a faca na mão, os elogiava a todos, numa grande sessão de bajulação...E cada um que recebia elogios, brindava com uma taça de vinho. Uma grande farsa por lá!
Ela queria fazer o seu melhor, mas nunca seria capaz de fazer discursos tolos que à lugar nenhum levariam.
Mas o marido, a cada fala ,sempre segurando a faca na mão, os elogiava a todos, numa grande sessão de bajulação...E cada um que recebia elogios, brindava com uma taça de vinho. Uma grande farsa por lá!
Ela, temia que a faca que ele usava para apontar cada um, atingisse alguém, sem querer.
Aquilo não acabaria bem, pensava consigo mesma...
E foi o que aconteceu!
De taças em taças, Cláudio ficou enjoado, passou mal acabou vomitando justo no prato do seu chefe que, furioso, chamou a esposa e se retirou da janta.
Nem precisava dizer, mas dias após, a demissão aconteceu...
Tocava a Cláudio agora ser diferente!
Bem diferente, aliás, pois nem Evita o suportava mais!
beijos, chica

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